The Red Crown nasceu em 1866, um bordel pequeno e decadente feito apenas para suprir os desejos de burgueses que se sentiam pequenos perto dos vampiros da alta corte. Um lugar abandonado, com muitas promessas, segredos e contrabandos. Se localizava num beco sem saída, com outros recintos tão deploråveis quanto ele o rodeando. Os boatos que o percorriam nunca foram nada bons, sempre falando de como era imundo e as vezes como as mulheres que trabalhavam no lugar eram tratadas como lixo e se alguma criança nascia lå, tinha sorte caso chegasse aos 13.

Tudo isso mudou em 1882 que Vicenzo Moram, apĂłs a morte de seu pai e ter vendido quase todos os seus bens deixados, comprou o bordel. Durante os 5 anos seguintes ele ficou fechado, mas nĂŁo sem atividade, os lugares que antes o rodeavam foram tambĂ©m comprados e fechados, pouco a pouco os cidadĂŁos de Wallaquia puderam ver o antigo recinto crescendo e tomando uma forma peculiar para a Ă©poca, como se nĂŁo precisassem se esconder e sim mostrar o que aquele lugar fazia. Foi em 1887 que The Red Crown reabriu as suas portas, agora a Ășnica coisa que se podia ver naquele beco era o bordel dominando tudo, com sua impetuosa aparição, desafiando a qualquer vampiro da alta corte questionar o que era feito ali.

Atualmente o lugar é frequentado exclusivamente por humanos, sendo associado muitas vezes aos rebeldes que dominam Wallaquia, esses que são a autoria para os conspiradores dizerem que os segredos, conspiraçÔes e todas as coisas antes lå feitas não mudaram tanto assim. Claro, a diferença agora é que os planos eram feitos pelos pobres da sociedade, não os ricos que se fingiam de bons por serem humanos.

De qualquer forma, Vicenzo Moram nunca se pronunciou sobre o que acontecia no The Red Crown, sua Ășnica fala foi que nĂŁo se responsabilizava por nada que seus clientes faziam, mas caso eles desrespeitassem as mulheres que trabalhavam lĂĄ, o homem assumiria a culpa pelos ossos quebrados.

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