Script de consulta


<aside>

Comorbidades: Medicamentos de uso contínuo: Alergias medicamentosas: Tabagismo/etilismo: História médica pregressa:

Subjetivo:

Paciente com dor de garganta há x dias.

Sintomas associados: febre, odinofagia intensa, tosse, coriza, congestão nasal, disfagia, halitose, placas purulentas, linfonodos dolorosos, cefaleia, inapetência. Nega dispneia.

Desencadeantes: exposição viral recente, contato com doentes, rinite/IVAS, esforço vocal, ar condicionado seco.

Objetivo:

Bom estado geral, lúcida, orientada e coerente. Mucosas úmidas e coradas.

PA: mmHg | FC: bpm | SatO₂: % | Tax: °C

Orofaringe: hiperemia de faringe/amígdalas, [presença/ausência] de placas, exsudato, petéquias em palato, úvula centralizada.

Amígdalas [normais/aumentadas], [com/sem] exsudato

Pescoço: linfonodos cervicais [aumentados/dolorosos/não palpáveis].

Ausência de sialorreia, trismo ou estridor.

Aparelho cardiovascular: ritmo regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros

Aparelho respiratório: murmúrio vesicular uniformemente distribuido, sem ruidos adventícios

Avaliação:

Faringoamigdalite bacteriana x Faringoamigdalite viral

Plano:

Plano Faringoamigdalite viral:

Prescrevo analgésicos e anti-inflamatórios conforme necessidade

Oriento hidratação abundante, repouso e evitar irritantes (clima seco, cigarro).

Oriento uso de pastilhas anestésicas e gargarejo com água morna e sal.

Oriento sinais de alerta: febre persistente, dificuldade para engolir saliva, trismo, dor intensa unilateral, sialorreia, rigidez de nuca ou piora do quadro; se presença, retornar imediatamente ou procurar PS.

Forneço atestado. Autoriza CID.

Plano Faringoamigdalite bacteriana:

Prescrevo antibióticoterapia e analgésicos e anti-inflamatórios conforme necessidade

Oriento hidratação, evitar alimentos irritantes e repouso vocal.

Oriento sinais de alerta: febre alta persistente, dificuldade de abrir a boca, desvio da úvula, dor intensa unilateral, sialorreia, dificuldade para respirar ou engolir; se presença, retornar imediatamente ou procurar PS.

Forneço atestado. Autoriza CID.

</aside>

<aside>

Sumário

</aside>

Informativo para pacientes


<aside>

Dor de Garganta viral.pdf

Dor de garganta bacteriana.pdf

</aside>

Prescrição


<aside>

Faringoamigdalite viral

Faringoamigdalite viral SUS.pdf

Faringoamigdalite bacteriana.pdf

</aside>

Atestado médico


<aside>

Atestado médico sem CID.docx

Atestado médico com CID.pdf

Atestado médico SUS sem CID .pdf

Atestado médico SUS com CID.pdf

</aside>

CID e CIAP


<aside>

CID-10:

CIAP-2


A dor de garganta é uma queixa muito frequente e, na maioria das vezes, é viral e autolimitada. O objetivo central da consulta é identificar a faringite estreptocócica (estreptococo do grupo A), que se beneficia de antibiótico para aliviar os sintomas e prevenir complicações, evitando o uso desnecessário de antibiótico nos quadros virais. A avaliação é clínica, apoiada por escores.


Atenda com urgência


<aside>

Sinal de alarme Suspeitar de
Incapacidade de abrir a boca (trismo) Abscesso peritonsilar ou infecção profunda
Incapacidade de engolir a própria saliva, sialorreia Obstrução, abscesso, epiglotite
Voz abafada (em batata quente), desvio de úvula Abscesso peritonsilar
Estridor, falta de ar Obstrução de via aérea
Dor cervical intensa, rigidez de nuca, edema do pescoço Infecção cervical profunda
Membrana acinzentada aderente que sangra ao tentar remover Difteria (emergência)
Toxemia, prostração, desidratação importante Quadro sistêmico grave
</aside>

Anamnese


<aside>

Avalie Observações
Tempo e modo de início Início súbito sugere estreptococo; gradual com sintomas gripais sugere viral
Febre Febre alta de início súbito sugere estreptococo
Sintomas associados Tosse, coriza, rouquidão, conjuntivite, diarreia sugerem causa viral (dois ou mais reforçam)
Capacidade de engolir e impacto na alimentação e no sono Avalia gravidade e hidratação
Dor unilateral intensa Atenção para abscesso
Contato com doentes e epidemiologia Contato com faringite estreptocócica, casos na família ou comunidade
Episódios recorrentes Define recorrência e necessidade de avaliação especializada
História de febre reumática Reforça indicação de tratar
Comportamento sexual de risco (sexo oral sem proteção) Considerar faringite gonocócica e HIV agudo
Estado vacinal (difteria) Considerar difteria se não vacinado

</aside>


Exame físico


<aside>

</aside>

Decida o diagnóstico


<aside>

</aside>

Tratamento