Dhestir não é uma pessoa triste, apenas alguém que vive em uma frequência de rigor estético e técnico tão elevada que a vitalidade comum lhe parece um problema, algo ofensivo e inútil.

Ela não é alguém desanimada, mas de uma tensão, como a de uma corda de aço esticada ao limite que não tolera a "sujeira" dos sentimentos ou a mediocridade de um batimento cardíaco indesejado. A criação de Ágape não foi um ato de amor, mas um erro de cálculo de sua própria carne que ela agora repudia com uma indignação profunda.

Ao buscar o Abyss e selar sua visão com a seda, Dhestir não está se escondendo ou desistindo, ela está exercendo um ato de soberania, escolhendo o vazio como o único digno de sua vontade, onde a perfeição não precisa do insulto da luz ou da vulnerabilidade das cores para ser irrefutável.