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Apresentar as telas de onboarding e pós venda mostrar no case as diferentes marcas suportadas

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Redesenhando a oferta de seguros como alavanca de aquisição

De uma home vazia para a maioria dos clientes a um primeiro sinal, em menos de um mês, de que mais visibilidade gera mais descoberta.



Uma home que limitava a oferta de produtos.

O BRB transformava seu app em um SuperApp e propôs uma home de seguros baseada no conceito de organizador financeiro, exibindo apenas produtos contratados. Como poucos clientes possuíam um seguro ativo, a maioria encontraria uma home praticamente vazia.

A proposta favorecia a retenção, mas o objetivo estratégico era ampliar a base de segurados. Enquanto apenas cerca de 20% dos brasileiros possuem algum seguro, fintechs e bancos utilizam essa área para aquisição e descoberta de produtos.

Não é fácil vender seguros no Brasil. Uma home que escondia os produtos não era neutra: ela reforçava exatamente essa barreira.

Projetando sob restrições técnicas e políticas

Minha responsabilidade era avaliar a proposta, identificar a falha estrutural e construir uma alternativa.

Restrições

O maior desafio não era de design, era político. O time do banco tinha autoridade de veto e construiu a proposta com referência própria de mercado. Eu precisava demonstrar a falha com método, sem que isso fosse lido como crítica ao trabalho da equipe.

Construindo uma solução para aquisição sem comprometer a retenção

Analisei a experiência em produção e a proposta do banco, identificando que a navegação priorizava apenas produtos contratados.

Enquadrei o problema como um conflito entre duas prioridades: atender o pós-venda ou facilitar a descoberta de produtos. Propus uma navegação condicional: clientes com dois ou mais seguros ativos acessavam a área de contratos; os demais, ainda alvo prioritário de cross-sell, eram direcionados para a vitrine de produtos.